Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Around the world
Tags:
ação,
brasil,
copa do mundo,
manifestações,
política,
repercussão
Postado por
Murilo Ferraz
às
23:51
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Palmas para o Romário
Todos temos nossos defeitos. Romário não é diferente: já esteve do lado de Eurico Miranda e Ricardo Teixeira, participou do famoso voo da muamba de 94 (não sei se trouxe alguma coisa, como os outros), tem pendências na justiça por causa de pensão alimentícia. A lista não deve acabar aqui, mas acho que são os pontos principais. Todos cometemos nossos erros, temos que pagar por eles, mas não é justo que sejamos condenados eternamente por eles.
Sempre achei Romário um cara desbocado, engraçado, divertido e controverso. Sempre foi inteligente nas suas entrevistas, irônico e sem medir palavras. Era divertido, mas nunca achei que passaria disso.
Pois Romário está se mostrando um excelente deputado federal. Tem cobrado explicações dos organizadores da copa do mundo e tem sido um dos poucos a fazê-lo. E com veemência.
Muitos dirão que está jogando para a torcida, que é só da boca pra fora, que é vingança pessoal contra Ricardo Teixeira. Oras, se ele quisesse agir apenas em causa própria, melhor seria ficar calado e unir-se à corja. Pode esperar retaliações e perseguição por parte dos poderosos envolvidos com isso. Tem que ter coragem, tem que ter culhões. Não é pra qualquer um.
Pra você que só reclama no buteco, tenho que dizer: cresça e deixe de ser ingênuo. O que Romário está fazendo é de se aplaudir de pé, independente do passado dele.
Sempre achei Romário um cara desbocado, engraçado, divertido e controverso. Sempre foi inteligente nas suas entrevistas, irônico e sem medir palavras. Era divertido, mas nunca achei que passaria disso.
Pois Romário está se mostrando um excelente deputado federal. Tem cobrado explicações dos organizadores da copa do mundo e tem sido um dos poucos a fazê-lo. E com veemência.
Muitos dirão que está jogando para a torcida, que é só da boca pra fora, que é vingança pessoal contra Ricardo Teixeira. Oras, se ele quisesse agir apenas em causa própria, melhor seria ficar calado e unir-se à corja. Pode esperar retaliações e perseguição por parte dos poderosos envolvidos com isso. Tem que ter coragem, tem que ter culhões. Não é pra qualquer um.
Pra você que só reclama no buteco, tenho que dizer: cresça e deixe de ser ingênuo. O que Romário está fazendo é de se aplaudir de pé, independente do passado dele.
sábado, 15 de outubro de 2011
Sobre greves
Recentemente, alguns movimentos grevistas iniciaram-se no Brasil. Entraram em greve os Correios e os Bancários. A reação da população é bastante curiosa: critica-se a greve por pensar que os grevistas estão em situação melhor do que a maioria da população. Esses trabalhadores deveriam, então, contentar-se com as condições de trabalho a que estão submetidos ou procurar outro emprego.
Ou seja, temos que aceitar as condições que temos a sorte de nossos maravilhosos patrões nos oferecerem, já que são todos muito bondosos e merecedores da posição de detentores dos meios de produção, com seu trabalho, sangue, suor e lágrimas. Se você não está satisfeito, retire-se e procure algo melhor. Os incomodados que se retirem.
Ora, se esse é o comportamento padrão, a tendência é que NÃO EXISTAM lugares melhores. O objetivo das empresas é sempre o lucro máximo, obtendo o maior lucro com o menor custo possível. E esse menor custo passa necessariamente pelas condições de trabalho oferecidas. Os trabalhadores que se sujeitam a más condições de trabalho e baixos salários estão trabalhando contra eles mesmos, para a formação de um mercado cada vez mais explorador e que valoriza cada vez menos o trabalhador.
A saída é a organização dos trabalhadores em sindicatos que realmente estejam interessados em defender os seus direitos. E o resultante disso, em vários momentos, será a greve. Nem toda greve é justa, mas condenar a greve apenas porque existem condições de trabalho piores do que as que aqueles grevistas estão submetidos não me parece justo. O que a maioria dessas greves reivindica é nada mais do que a reposição do que já foi perdido com a inflação.
Parece que, no Brasil, os próprios trabalhadores se encarregam de defender o direito dos patrões, como uma relação de suserania e vassalagem. O patrão é como um pai provedor e a empresa como uma família. O que geralmente não se vê é que essa relação de paternalismo só favorece às empresas e prejudica quase que exclusivamente a maioria trabalhadora. Pensar diferente disso não significa iniciar revolução, mas começar a valorizar o seu trabalho, a sua formação. Não devemos trabalhar para sobreviver, mas para viver. Aceitar más condições de trabalho só prejudica a nós mesmos.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Isonomia política
A lei eleitoral no Brasil trata os eleitores como crianças, como idiotas, como débeis mentais. Tem que dar espaço igualzinho pra todo mundo, imprensa tem que fingir que não toma partido, debate é tudo marcadinho pra todo mundo ter o mesmo tempinho... e não falar nada de novo...
É tudo nivelado por baixo...
Assinar:
Postagens (Atom)
