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quarta-feira, 15 de maio de 2013
Folding@Home: ajudando a descobrir a cura
Anos atrás, uma das ideias mais interessantes em computação distribuída era o projeto SETI@home, que pretendia (e pretende, porque o projeto ainda está ativo) utilizar o poder de processamento de milhares de computadores ao redor do mundo para analisar dados em busca de vida alienígena.
Baseando-se nesse projeto, surgiu a plataforma BOINC, que é de código aberto e permite criar o seu próprio projeto de computação distribuída na internet. Com o BOINC, vários projetos desse tipo surgiram, mas o SETI@home continuava sendo o maior.
Em outubro do ano 2000, surge um novo projeto que já tem mais poder de processamento do que todos os da plataforma BOINC: o Folding@home, que tem como objetivo ajudar a encontrar a cura para diversas doenças mortais hoje em dia, como a AIDS, mal de Parkinson, mal de Alzheimer e o câncer.
Parte do trabalho da busca da cura para essas doenças consiste em simulações utilizando proteínas que são muito demoradas e exigem um grande poder computacional. É aí que entra a nossa ajuda. Você pode colaborar instalando no seu computador o software cliente disponível no Folding@home e utilizando o poder de processamento ocioso da sua máquina para fazer esses cálculos. O servidor envia uma unidade de trabalho para você, o software do F@H faz os cálculos em background e devolve para o servidor, sem que você nem perceba que algo está acontecendo na sua máquina.
Através da ferramenta de controle, o FAHControl, você pode determinar o nível de uso do processador e até, caso sua placa de vídeo suporte, utilizar o GPU para fazer os cálculos.
Além disso, você pode criar seu próprio usuário para monitorar o quanto está ajudando e criar grupos com seus amigos, competindo com outros grupos para saber quem contribui mais!
Vamos ajudar? Participe e divulgue você também!
Postado por
Murilo Ferraz
às
15:07
sábado, 31 de março de 2012
Desenvolvimento de jogos - Parte 6
Prosseguindo com os estudos do cocos2d-iphone, desenvolvi esse jogo de joquempô.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Desenvolvimento de jogos - Parte 5
Prosseguindo os estudos de desenvolvimento de jogos, estou criando agora uma maneira de colocar as construções no mapa.
Basicamente, é uma segunda camada no TileMap que eu coloco as construções alterando o tile por uma imagem no tileset e criando um temporizador que altera para a construção pronta.
Basicamente, é uma segunda camada no TileMap que eu coloco as construções alterando o tile por uma imagem no tileset e criando um temporizador que altera para a construção pronta.
Confira comigo no replê:
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Desenvolvimento de jogos - Parte 4
Mais um vídeo do estudo de desenvolvimento de jogos utilizando o cocos2d. Dessa vez, avançando no trabalho feito na parte anterior, adicionei o recurso de fazer o "scroll" do mapa quando arrasta na tela e o personagem move quando clica, dando duas possibilidades diferentes de interação.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Desenvolvimento de jogos - Parte 3
O próximo passo nos meus estudos foi utilizar o algoritmo de pathfinding A*. Depois de pesquisar um pouco, descobri uma implementação muito boa, feita pelo usuário sqlboy.
O resultado pode ser visto no vídeo.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Desenvolvimento de jogos - Parte 2
Continuando meus estudos de desenvolvimento de jogos, segui um excelente tutorial de como desenvolver um jogo baseado em tiles com o Cocos2d.
Esse é o resultado da parte 1 do tutorial, que não trata ainda de colisões. O seguinte vídeo é o resultado direto da execução do tutorial.
Modifiquei o programa para permitir o movimento livre do personagem. Note que não existe ainda a animação do personagem no movimento.
Esse é o resultado da parte 1 do tutorial, que não trata ainda de colisões. O seguinte vídeo é o resultado direto da execução do tutorial.
Modifiquei o programa para permitir o movimento livre do personagem. Note que não existe ainda a animação do personagem no movimento.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Série cosmos
Já postei aqui links para a série Cosmos, do Carl Sagan, legendada. Aqueles links não são mais válidos, foram removidos. Encontrei hoje a versão dublada (eu prefiro a legendada) da série, estou postando aqui.
Episódio 1: Os Limites do Oceano Cósmico
Episódio 2: As Origens da Vida
Episódio 3: A Harmonia dos Mundos
Episódio 4: Céu e Inferno
Episódio 5: Os Segredos de Marte
Episódio 6: Histórias de Viajantes
Episódio 7: A Espinha Dorsal da Noite
Episódio 8: Viagens no Espaço e no Tempo
Episódio 9: A Vida das Estrelas
Episódio 10: O Limiar da Eternidade
Episódio 11: A Persistência da Memória
Episódio 12: Enciclopédia Galáctica
Episódio 13: Quem Pode Salvar a Terra?
Desenvolvimento de jogos - Parte 1
Inicio aqui os relatos dos meus estudos para desenvolvimento de jogos. Estou estudando a engine cocos2d para desenvolvimento para iPhone (que também requer conhecimentos da linguagem Objective C). Meus estudos estão no início mas já começam a apresentar resultados.
Esse vídeo mostra a movimentação do personagem na tela ao tocar. O vídeo ficou com a imagem ruim em parte por causa do programa utilizado para gravar, que só permite exportar em alta qualidade na versão paga.
Fiz a programação seguindo esse tutorial, que é excelente. Pretendo publicar aqui os resultados dos meus estudos, dividindo em partes a medida que for avançando.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Legião e Paralamas
Passou ontem (13/07/09) no Multishow.
Um show incrível, reunindo duas das maiores bandas brasileiras de todos os tempos, exibido na Multishow nas comemorações do dia mundial do rock.
Parte 1:
Será
Meu erro
Tédio (com um T bem grande pra você)
Depois que o Ilê passar
Parte2:
Tempo Perdido
Parte 3:
Alagados
O beco
Parte4:
Que país é esse
Nada por mim
Dois elefantes
Parte5:
Eu sei
Parte 6:
Ainda é cedo/Jumpin' jack fash
As melhores músicas do show foram Nada por mim, com o Renato cantando e o Herbert na guitarra e a Ainda é cedo/Jumpin' jack fash, que reuniu as duas bandas.
Um show incrível, reunindo duas das maiores bandas brasileiras de todos os tempos, exibido na Multishow nas comemorações do dia mundial do rock.
Parte 1:
Será
Meu erro
Tédio (com um T bem grande pra você)
Depois que o Ilê passar
Parte2:
Tempo Perdido
Parte 3:
Alagados
O beco
Parte4:
Que país é esse
Nada por mim
Dois elefantes
Parte5:
Eu sei
Parte 6:
Ainda é cedo/Jumpin' jack fash
As melhores músicas do show foram Nada por mim, com o Renato cantando e o Herbert na guitarra e a Ainda é cedo/Jumpin' jack fash, que reuniu as duas bandas.
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Murilo Ferraz
às
16:05
segunda-feira, 13 de abril de 2009
CQC cada vez melhor
O CQC da última segunda foi o melhor até agora. Os quadros foram muito bons, com um conteúdo bastante rico e provocativo. Destaque para mais um "controle de qualidade" com o Danilo Gentili e para o "proteste já", com o Rafinha Bastos, que dessa vez não pesou a mão (às vezes ele exagera um pouco na grosseria).
Para aqueles que ainda não conhecem o quadro "controle de qualidade", posto os dois anteriores também.
Controle de Qualidade 09/03/2009
Controle de qualidade 23/03/09
Controle de qualidade 06/04/09
Proteste Já! 06/04/09 - Material Escolar (Parte 1)
Proteste Já! 06/04/09 - Material Escolar (Parte 2)
Veja mais vídeos do CQC
Bônus:
30/03/09 - Danilo Gentili encontra dinossauros da política brasileira
Para aqueles que ainda não conhecem o quadro "controle de qualidade", posto os dois anteriores também.
Controle de Qualidade 09/03/2009
Controle de qualidade 23/03/09
Controle de qualidade 06/04/09
Proteste Já! 06/04/09 - Material Escolar (Parte 1)
Proteste Já! 06/04/09 - Material Escolar (Parte 2)
Veja mais vídeos do CQC
Bônus:
30/03/09 - Danilo Gentili encontra dinossauros da política brasileira
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Murilo Ferraz
às
02:04
sábado, 4 de abril de 2009
Pirataria em foco
Com o fechamento da comunidade do Orkut Discografias, (re)abriu-se a discussão sobre os direitos autorais e a pirataria. Inúmeros textos e debates foram realizados desde então para discutir o tema, dentre os quais destaco os textos da revista Carta Capital, a entrevista dada por Pena Schimidt a Pedro Alexandre Sanches e o texto "Compartilhar é Preciso?" da revista Bravo!, além do debate realizado na MTV, no programa MTV Debate.
Aproveito para ressuscitar um vídeo antigo sobre o tema, no qual o advogado e professor de direito Túlio Vianna (que tem também um excelente texto sobre o tema em pdf) debate a questão com Wagner Carone, representante da Sony e uma banda independente.
Antes de mais nada, essa "guerra" contra a distribuição de arquivos na internet já nasce perdida. Não há uma centralidade nessa distribuição e a cada vez que se fecha um canal, mil outros se abrem. Há uma necessidade urgente da indústria cultural (aí inclusos também cinema e até livros) de repensar o modo de distribuição e, especialmente, de venda dos seus produtos. Não existe ainda um modelo consolidado, como defendem alguns radicais dos movimentos "livres" (radicais esses que pensam que "liberdade" é a obrigatoriedade de adotar o modelo deles), mas é claro que existem alguns caminhos novos e complementares aos modelos tradicionais, especialmente na música, que já lida com a pirataria há mais tempo.
No caso do cinema, a indústria está perdendo uma janela importante. Hoje ainda há uma janela de oportunidade enorme para que a indústria cinematográfica se renove, janela esta que poderá se fechar nos próximos anos. Digo isso porque acredito que é possível vender os filmes em formatos compactos, mas eles ainda não se deram conta disso. Acredito que existem muitos consumidores dispostos a pagar para fazer um download legal de um filme em vez de baixar na internet, principalmente se fosse lançado o arquivo na mesma época que é lançado nos cinemas (sim, eu continuaria indo ao cinema para ver os filmes mais legais...).
Não me agrada nem um pouco o discurso de defesa da pirataria quando dizem que o pirata criminoso é aquele que vende o disco. Se a pirataria se justifica pela democratização da cultura, o camelô que vende o disco por 5 reais (ou menos) é tão importante quanto a distribuição P2P, já que atinge uma parcela muito maior da população, especialmente as classes mais baixas. Nem é verdade também que a confecção desses discos piratas esteja ligada de alguma forma ao crime organizado. Na maioria das vezes, esses discos são gravados localmente, com torres de gravação de cds e de forma artesanal.
No caso da música, quem pirateia (seja pela internet ou comprando cd de camelô) quer, antes de mais nada, ouvir a música do seu artista favorito. É um amante da música. A indústria está, então, lutando contra os amantes da música, que deveriam ser os seus clientes. Além disso, muitas das músicas disponíveis na rede (a maioria até) nem estão disponíveis para venda. Onde encontro todos os discos dos Mutantes pra comprar?
O que veio de bom com o fechamento da comunidade foi a discussão aberta sobre o tema. A proibição da distribuição de músicas vai contra a tendência da sociedade atual. Como as nossas leis não vieram gravadas em pedra, uma atualização da lei de direitos autorais é extremamente necessária.
A propósito: pouco tempo depois do fechamento, surgiram várias outras comunidades similares:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=36805816
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1275219
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=56139232
Aproveito para ressuscitar um vídeo antigo sobre o tema, no qual o advogado e professor de direito Túlio Vianna (que tem também um excelente texto sobre o tema em pdf) debate a questão com Wagner Carone, representante da Sony e uma banda independente.
Antes de mais nada, essa "guerra" contra a distribuição de arquivos na internet já nasce perdida. Não há uma centralidade nessa distribuição e a cada vez que se fecha um canal, mil outros se abrem. Há uma necessidade urgente da indústria cultural (aí inclusos também cinema e até livros) de repensar o modo de distribuição e, especialmente, de venda dos seus produtos. Não existe ainda um modelo consolidado, como defendem alguns radicais dos movimentos "livres" (radicais esses que pensam que "liberdade" é a obrigatoriedade de adotar o modelo deles), mas é claro que existem alguns caminhos novos e complementares aos modelos tradicionais, especialmente na música, que já lida com a pirataria há mais tempo.
No caso do cinema, a indústria está perdendo uma janela importante. Hoje ainda há uma janela de oportunidade enorme para que a indústria cinematográfica se renove, janela esta que poderá se fechar nos próximos anos. Digo isso porque acredito que é possível vender os filmes em formatos compactos, mas eles ainda não se deram conta disso. Acredito que existem muitos consumidores dispostos a pagar para fazer um download legal de um filme em vez de baixar na internet, principalmente se fosse lançado o arquivo na mesma época que é lançado nos cinemas (sim, eu continuaria indo ao cinema para ver os filmes mais legais...).
Não me agrada nem um pouco o discurso de defesa da pirataria quando dizem que o pirata criminoso é aquele que vende o disco. Se a pirataria se justifica pela democratização da cultura, o camelô que vende o disco por 5 reais (ou menos) é tão importante quanto a distribuição P2P, já que atinge uma parcela muito maior da população, especialmente as classes mais baixas. Nem é verdade também que a confecção desses discos piratas esteja ligada de alguma forma ao crime organizado. Na maioria das vezes, esses discos são gravados localmente, com torres de gravação de cds e de forma artesanal.
No caso da música, quem pirateia (seja pela internet ou comprando cd de camelô) quer, antes de mais nada, ouvir a música do seu artista favorito. É um amante da música. A indústria está, então, lutando contra os amantes da música, que deveriam ser os seus clientes. Além disso, muitas das músicas disponíveis na rede (a maioria até) nem estão disponíveis para venda. Onde encontro todos os discos dos Mutantes pra comprar?
O que veio de bom com o fechamento da comunidade foi a discussão aberta sobre o tema. A proibição da distribuição de músicas vai contra a tendência da sociedade atual. Como as nossas leis não vieram gravadas em pedra, uma atualização da lei de direitos autorais é extremamente necessária.
A propósito: pouco tempo depois do fechamento, surgiram várias outras comunidades similares:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=36805816
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1275219
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=56139232
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Murilo Ferraz
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21:35
segunda-feira, 9 de março de 2009
Cosmos - Carl Sagan
Mesmo tendo sido publicada no final dos anos 70, a série Cosmos continua no mínimo relevante como uma introdução ao pensamento científico.
Os 13 episódios de aproximadamente uma hora apresentados pelo físico Carl Sagan proporcionam uma viagem pela história da ciência, da humanidade, do universo. Um apanhado de tudo o que conhecemos e de tudo o que imaginamos ser o Cosmos. Publico aqui os três primeiros episódios da série, legendados em português.
Episódio 1: Os Limites do Oceano Cósmico
Episódio 2: As Origens da Vida
Episódio 3: A Harmonia dos Mundos
quinta-feira, 5 de março de 2009
A importância da criatividade
O Marcelo Tas divulgou esses vídeos no blog dele. Os vídeos são muito interessantes, principalmente para os educadores e por isso estou repassando eles aqui no blog.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
UOL Mais - Bate-papo UOL
Estou vendo as entrevistas do Bate-papo UOL, no UOL Mais. Tem coisas muito boas lá e as que eu for vendo e gostar, postarei aqui. As duas primeiras são as do Tas e Marco Luque e a do Danilo Gentili.
Melhores momentos da entrevista com Marcelo Tas e Marco Luque
A maior parte da entrevista é sobre o CQC. Engraçado é ver como o Marco Luque está deslocado. O Tas, como sempre, seguríssimo. As respostas sobre política do Tas são muito boas. Muita coisa boa ficou de fora desses "melhores momentos", principalmente sobre política. Vale a pena ver a entrevista completa, apesar de ter cerca de uma hora de duração.
Melhores momentos da entrevista com Danilo Gentili
Danilo Gentili é o famoso repórter inexperiente do CQC, um dos hits do programa. A maior parte da entrevista é sobre o programa e, mais especificamente, sobre o repórter inexperiente. O melhor da entrevista é sobre a entrevista com o padre Marcelo Rossi que, segundo Danilo, teve várias restrições impostas pelos acessores do padre. Veja também a entrevista completa de Danilo Gentili.
Melhores momentos da entrevista com Marcelo Tas e Marco Luque
A maior parte da entrevista é sobre o CQC. Engraçado é ver como o Marco Luque está deslocado. O Tas, como sempre, seguríssimo. As respostas sobre política do Tas são muito boas. Muita coisa boa ficou de fora desses "melhores momentos", principalmente sobre política. Vale a pena ver a entrevista completa, apesar de ter cerca de uma hora de duração.
Melhores momentos da entrevista com Danilo Gentili
Danilo Gentili é o famoso repórter inexperiente do CQC, um dos hits do programa. A maior parte da entrevista é sobre o programa e, mais especificamente, sobre o repórter inexperiente. O melhor da entrevista é sobre a entrevista com o padre Marcelo Rossi que, segundo Danilo, teve várias restrições impostas pelos acessores do padre. Veja também a entrevista completa de Danilo Gentili.
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Murilo Ferraz
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14:03
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Teoria da Imagem
Ano passado cursei a matéria Teoria da Imagem, em um núcleo livre oferecido pela biblioteconomia, com a professora Lisa França.
Nessa disciplina, escrevi um comentário sobre o texto Imagem Pré-Fotográfica-Pós, da Lúcia Santaella, e fiz um vídeo para uma apresentação sobre cinema de massa.
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Considerações sobre o texto Imagem Pré-Fotográfica-Pós de Lúcia Santaella
Murilo Ferraz Franco
Esse texto visa discutir a definição e a relação entre os paradigmas pré-fotográfico, fotográfico e pós-fotográfico propostos pela autora. Não são discutidos todos os aspectos do texto, como a validade da divisão ou os limites dessa divisão.
Pré-fotográfico
"(...) todas as imagens produzidas artesanalmente, quer dizer, imagens feitas à mão, dependendo fundamentalmente, portanto, da habilidade manual de um indivíduo (...)" (p. 35)
Para mim, o paradigma pré-fotográfico permeia todos os outros paradigmas. Sempre existe alguma coisa produzida pelo sujeito, da sua própria imaginação, mesmo na fotografia. Sempre há espaço para uma subjetividade.
Fotográfico
"(...) todas as imagens produzidas por conexão dinâmica e captação física de fragmentos do mundo visível, isto é, imagens que dependem de uma máquina de registro, implicando necessariamente a presença de objetos reais preexistentes" (p. 35)
Pós-fotográfico
"(...) diz respeito às imagens sintética ou infográficas, inteiramente calculadas por computação" (p. 35)
"(...)Trata-se, aí, antes de tudo, de uma matriz algorítmica, de uma imagem que é produzida a partir de três uportes fundamentais: um computador, uma linguagem informática e uma tela de vídeo" (p. 36)
O pós-fotográfico compreende, então, as imagens geradas através de linguagens textuais, baseadas em fundamentos matemáticos, como HTML, LaTeX, svg, vrml, etc.
Não faz parte desse paradigma, então, as imagens criadas no computador com auxílio de ferramentas como o mouse, mesas digitalizadores entre outros, pelo paradigma computacional chamado manipulação direta. Esse se aproximaria mais do Pré-fotográfico, substituindo a tela real por uma digital.
Vale lembrar que muitas dessas ferramentas utilizam como base as linguagens supracitadas, permitindo inclusive a alteração do código gerado. Ou seja, uma imagem pode ser gerada utilizando ao mesmo tempo a manipulação direta com mouse ou mesa digitalizadora e a alteração do código que gera a imagem.
"As equações algébricas a serem processadas pelos computadores e que são passíveis de serem traduzidas nos pontos de luz da tela são matrizes numéricas ou representações de um modelo" (p. 36)
Não fica claro, em alguns pontos do texto (como o citado acima), se a autora se refere à elaboração de imagens utilizando linguagens formais específicas para esse fim, ou se fala da tradução do arquivo de imagem (dados binários) para a tela do computador. Se for a segunda opção, a fotografia digital também faria parte desse paradigma, bem como qualquer imagem digitalizada.
--
"Apresentarei, a seguir, apenas alguns traços gerais tanto do primeiro quanto do segundo momento (...)" (p. 39)
Real
"(...) o real é o impossível, impossível de ser simbolizado (...) o resíduo, resto ou sobra ineliminável de toda articulação, que pode ser aproximada, mas nunca capturada." (p. 40)
O real é ligado ao paradigma fotográfico, que, apesar de uma representação fiel da imagem, sempre deixa escapar algo do real. Sempre falta algo.
Isso me faz pensar na ciência, nos modelos científicos elaborados para descrever a realidade. São sempre aproximações. Sempre falta algo. Não são raros os casos de cientistas céticos, pesquisadores de vanguarda das ciências puras, que, ao se deparar com esse fato, partem para experiências místicas. Um dos casos famosos atuais é o do físico indiano Amit Goswami, que, depois de ter uma longa carreira na física quântica, defende uma maior aproximação da ciência do mundo místico. Amit veio ao Brasil e deu entrevista ao programa Roda Viva.
Imaginário
"(...) é basicamente o registro psíquico correspondente ao ego (ao eu) do sujeito, cujo investimento libidinal foi denominado por Freud de narcisismo" (p. 39)
"(...) a dimensão imaginária inaugura a subjetividade humana, sendo nossas relações com os semelhantes moldados pela repetição de uma imagem" (p. 39)
"O imaginário é, sem dúvida, o registro que mais proximamente se localiza dos problemas da imagem" (p. 39)
Para mim, é fácil ligar a pintura ao imaginário, mas essa subjetividade está presente também nos outros paradigmas.
Simbólico
"(...) é da ordem da lei, estrutura regrada, onde fala a cultura, a voz do grande Outro. Na psicanálise, trata-se da lei paterna, o nome do pai, pura mediação, significante que falta ou significante da falta no seu papel organizador" (p. 40)
A autora não explica claramente como o paradigma pós-fotográfico faz sua relação com o simbólico. Me arrisco a dizer que, nesse paradigma, o outro é a máquina. O controle da geração da imagem é passado para a máquina. Não existe o objeto a ser fotografado. A imagem não sai da imaginação, mas de uma expressão em uma linguagem textual. Não há como saber o que é a imagem até que a máquina nos mostre.
------------------------------------------------
1Infografia: Infografia ou infográficos são representações visuais de informação. Esses gráficos são usados onde a informação precisa ser explicada de forma mais dinâmica, como em mapas, jornalismo e manuais técnicos, educativos ou científicos. É um recurso muitas vezes complexo, podendo se utilizar da combinação de fotografia, desenho e texto. (Wikipédia)
2HTML: Acrônimo para a expressão inglesa HyperText Markup Language, que significa Linguagem de Marcação de Hipertexto. É uma linguagem de marcação utilizada para produzir páginas na Web. Documentos HTML podem ser interpretados por navegadores. (Wikipédia)
3LaTeX: É um conjunto de macros para o processador de textos TeX, utilizado amplamente para a produção de textos matemáticos e científicos por causa de sua alta qualidade tipográfica. Entretanto, também é utilizado para produção de cartas pessoais, artigos e livros sobre assuntos muito diversos. (Wikipédia) (é também uma linguagem de marcação)
4SVG: É a abreviatura de Scalable Vectorial Graphics que pode ser traduzido do inglês como gráficos vectoriais escaláveis. Trata-se de uma linguagem XML para descrever de forma vectorial desenhos e gráficos bidimensionais, quer de forma estática, quer dinâmica ou animada. (Wikipédia)
5VRML: Virtual Reality Modeling Language, ou Linguagem para Modelagem de Realidade Virtual, é um padrão de aplicativos de realidade virtual utilizado na Internet. Por meio desta linguagem, escrita em modo texto, é possível criar objetos tridimensionais podendo definir cor, transparência, brilho, textura (associando-a a um bitmap). Os objetos podem ser formas básicas, como esferas, cubos, ovóides, hexaedros, cones, cilindros, ou formas criadas pelo próprio programador, como as extrusões. (Wikipédia)
Nessa disciplina, escrevi um comentário sobre o texto Imagem Pré-Fotográfica-Pós, da Lúcia Santaella, e fiz um vídeo para uma apresentação sobre cinema de massa.
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Considerações sobre o texto Imagem Pré-Fotográfica-Pós de Lúcia Santaella
Murilo Ferraz Franco
Esse texto visa discutir a definição e a relação entre os paradigmas pré-fotográfico, fotográfico e pós-fotográfico propostos pela autora. Não são discutidos todos os aspectos do texto, como a validade da divisão ou os limites dessa divisão.
Pré-fotográfico
"(...) todas as imagens produzidas artesanalmente, quer dizer, imagens feitas à mão, dependendo fundamentalmente, portanto, da habilidade manual de um indivíduo (...)" (p. 35)
Para mim, o paradigma pré-fotográfico permeia todos os outros paradigmas. Sempre existe alguma coisa produzida pelo sujeito, da sua própria imaginação, mesmo na fotografia. Sempre há espaço para uma subjetividade.
Fotográfico
"(...) todas as imagens produzidas por conexão dinâmica e captação física de fragmentos do mundo visível, isto é, imagens que dependem de uma máquina de registro, implicando necessariamente a presença de objetos reais preexistentes" (p. 35)
Pós-fotográfico
"(...) diz respeito às imagens sintética ou infográficas, inteiramente calculadas por computação" (p. 35)
"(...)Trata-se, aí, antes de tudo, de uma matriz algorítmica, de uma imagem que é produzida a partir de três uportes fundamentais: um computador, uma linguagem informática e uma tela de vídeo" (p. 36)
O pós-fotográfico compreende, então, as imagens geradas através de linguagens textuais, baseadas em fundamentos matemáticos, como HTML, LaTeX, svg, vrml, etc.
Não faz parte desse paradigma, então, as imagens criadas no computador com auxílio de ferramentas como o mouse, mesas digitalizadores entre outros, pelo paradigma computacional chamado manipulação direta. Esse se aproximaria mais do Pré-fotográfico, substituindo a tela real por uma digital.
Vale lembrar que muitas dessas ferramentas utilizam como base as linguagens supracitadas, permitindo inclusive a alteração do código gerado. Ou seja, uma imagem pode ser gerada utilizando ao mesmo tempo a manipulação direta com mouse ou mesa digitalizadora e a alteração do código que gera a imagem.
"As equações algébricas a serem processadas pelos computadores e que são passíveis de serem traduzidas nos pontos de luz da tela são matrizes numéricas ou representações de um modelo" (p. 36)
Não fica claro, em alguns pontos do texto (como o citado acima), se a autora se refere à elaboração de imagens utilizando linguagens formais específicas para esse fim, ou se fala da tradução do arquivo de imagem (dados binários) para a tela do computador. Se for a segunda opção, a fotografia digital também faria parte desse paradigma, bem como qualquer imagem digitalizada.
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"Apresentarei, a seguir, apenas alguns traços gerais tanto do primeiro quanto do segundo momento (...)" (p. 39)
Real
"(...) o real é o impossível, impossível de ser simbolizado (...) o resíduo, resto ou sobra ineliminável de toda articulação, que pode ser aproximada, mas nunca capturada." (p. 40)
O real é ligado ao paradigma fotográfico, que, apesar de uma representação fiel da imagem, sempre deixa escapar algo do real. Sempre falta algo.
Isso me faz pensar na ciência, nos modelos científicos elaborados para descrever a realidade. São sempre aproximações. Sempre falta algo. Não são raros os casos de cientistas céticos, pesquisadores de vanguarda das ciências puras, que, ao se deparar com esse fato, partem para experiências místicas. Um dos casos famosos atuais é o do físico indiano Amit Goswami, que, depois de ter uma longa carreira na física quântica, defende uma maior aproximação da ciência do mundo místico. Amit veio ao Brasil e deu entrevista ao programa Roda Viva.
Imaginário
"(...) é basicamente o registro psíquico correspondente ao ego (ao eu) do sujeito, cujo investimento libidinal foi denominado por Freud de narcisismo" (p. 39)
"(...) a dimensão imaginária inaugura a subjetividade humana, sendo nossas relações com os semelhantes moldados pela repetição de uma imagem" (p. 39)
"O imaginário é, sem dúvida, o registro que mais proximamente se localiza dos problemas da imagem" (p. 39)
Para mim, é fácil ligar a pintura ao imaginário, mas essa subjetividade está presente também nos outros paradigmas.
Simbólico
"(...) é da ordem da lei, estrutura regrada, onde fala a cultura, a voz do grande Outro. Na psicanálise, trata-se da lei paterna, o nome do pai, pura mediação, significante que falta ou significante da falta no seu papel organizador" (p. 40)
A autora não explica claramente como o paradigma pós-fotográfico faz sua relação com o simbólico. Me arrisco a dizer que, nesse paradigma, o outro é a máquina. O controle da geração da imagem é passado para a máquina. Não existe o objeto a ser fotografado. A imagem não sai da imaginação, mas de uma expressão em uma linguagem textual. Não há como saber o que é a imagem até que a máquina nos mostre.
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1Infografia: Infografia ou infográficos são representações visuais de informação. Esses gráficos são usados onde a informação precisa ser explicada de forma mais dinâmica, como em mapas, jornalismo e manuais técnicos, educativos ou científicos. É um recurso muitas vezes complexo, podendo se utilizar da combinação de fotografia, desenho e texto. (Wikipédia)
2HTML: Acrônimo para a expressão inglesa HyperText Markup Language, que significa Linguagem de Marcação de Hipertexto. É uma linguagem de marcação utilizada para produzir páginas na Web. Documentos HTML podem ser interpretados por navegadores. (Wikipédia)
3LaTeX: É um conjunto de macros para o processador de textos TeX, utilizado amplamente para a produção de textos matemáticos e científicos por causa de sua alta qualidade tipográfica. Entretanto, também é utilizado para produção de cartas pessoais, artigos e livros sobre assuntos muito diversos. (Wikipédia) (é também uma linguagem de marcação)
4SVG: É a abreviatura de Scalable Vectorial Graphics que pode ser traduzido do inglês como gráficos vectoriais escaláveis. Trata-se de uma linguagem XML para descrever de forma vectorial desenhos e gráficos bidimensionais, quer de forma estática, quer dinâmica ou animada. (Wikipédia)
5VRML: Virtual Reality Modeling Language, ou Linguagem para Modelagem de Realidade Virtual, é um padrão de aplicativos de realidade virtual utilizado na Internet. Por meio desta linguagem, escrita em modo texto, é possível criar objetos tridimensionais podendo definir cor, transparência, brilho, textura (associando-a a um bitmap). Os objetos podem ser formas básicas, como esferas, cubos, ovóides, hexaedros, cones, cilindros, ou formas criadas pelo próprio programador, como as extrusões. (Wikipédia)
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Tas no Carnaval
Mais uma série do Marcelo Tas, saindo do forno agora. É o Tas no Carnaval de São Paulo. Sensacional... Sem comentários...
Episódio #1: Por que é carnaval?
Episódio #2: Túmulo do samba?
Episódio #3: São Paulo Samba Trampo
Episódio #1: Por que é carnaval?
Episódio #2: Túmulo do samba?
Episódio #3: São Paulo Samba Trampo
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Por que as pessoas tendem a acreditar? Parte II
Os vigaristas sempre se aproveitam da necessidade das pessoas de acreditar.
Esse é um caso famoso no Brasil, o rapaz é conhecido como o cara que se passou pelo filho do dono da Gol e deu uma entrevista ao Amaury Jr.
O Pânico na TV fez recentemente uma experiência interessante. O Impostor entrou na São Paulo Fashion Week e desfilou na passarela. Ele não tinha convite, nem conhecia as pessoas do desfile.
No site TVirgula, publicaram a matéria do Pânico na TV publicada na semana seguinte, com o depoimento de uma das pessoas enganadas pelo impostor.
Em todos esses casos, os envolvidos aproveitam-se da ingenuidade das pessoas. Essa ingenuidade é necessária, até certo ponto, para vivermos em sociedade: temos que conviver com as pessoas e, para conviver, devemos confiar, pois sempre dependeremos de outros, não podemos viver completamente sozinhos. Algumas pessoas confiam mais que as outras, algumas são muito crédulas, outras muito céticas e até paranóicas.
Esse artifício é o mesmo utilizado pelos mais diferentes estelionatários. Em um primeiro momento, podemos pensar que quem cai nesse tipo de golpe é muito ingênuo. Mas é provável que a maioria de nós também cairia, pois tendemos a acreditar nas pessoas e os golpistas são, quase sempre, muito convincentes.
Esse é um caso famoso no Brasil, o rapaz é conhecido como o cara que se passou pelo filho do dono da Gol e deu uma entrevista ao Amaury Jr.
O Pânico na TV fez recentemente uma experiência interessante. O Impostor entrou na São Paulo Fashion Week e desfilou na passarela. Ele não tinha convite, nem conhecia as pessoas do desfile.
No site TVirgula, publicaram a matéria do Pânico na TV publicada na semana seguinte, com o depoimento de uma das pessoas enganadas pelo impostor.
Em todos esses casos, os envolvidos aproveitam-se da ingenuidade das pessoas. Essa ingenuidade é necessária, até certo ponto, para vivermos em sociedade: temos que conviver com as pessoas e, para conviver, devemos confiar, pois sempre dependeremos de outros, não podemos viver completamente sozinhos. Algumas pessoas confiam mais que as outras, algumas são muito crédulas, outras muito céticas e até paranóicas.
Esse artifício é o mesmo utilizado pelos mais diferentes estelionatários. Em um primeiro momento, podemos pensar que quem cai nesse tipo de golpe é muito ingênuo. Mas é provável que a maioria de nós também cairia, pois tendemos a acreditar nas pessoas e os golpistas são, quase sempre, muito convincentes.
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Postado por
Murilo Ferraz
às
11:31
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Zizek no Roda Viva
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Tas na Crise
Em mais uma série de vídeos, Marcelo Tas faz uma análise da atual crise financeira. Em uma série de 3 episódios.
Episódio #1: A Crise Vista do Taxi
Entrevista em um taxi com um empresário especialista em análises de mercado.
Destaques para "O bar do seu zé", uma tentativa de explicar a crise de uma forma simples, mostrando como é ilusória a idéia do "mercado", e sobre a explicação do famoso comportamento de rebanho dos mercados.
Episódio #2: A Crise Dentro do Mercado
Tas explica o que é crise como mudança e entrevista um gestor de investimentos.
Para mim, essa entrevista é bem mais produtiva do que a primeira (na qual o entrevistado mais parecia um fundamentalista defensor do liberalismo). Destaques para o "a se verificar no momento da realização", para a grande pergunta do Marcelo Tas: "quem é o mercado?" e para a idéia de que os analistas "chutam" o que acham que acontece no mercado.
Episódio #3: A Crise Dentro da Cabeça
Tas entrevista um psiquiatra sobre a crise.
A mensagem principal dessa terceira parte: escapar da crise é pior do que enfrentá-la. Nós não controlamos tudo e o sofrimento é atraente para o ser humano, pois o medo de perder é maior do que a felicidade de ganhar.
Destaque para a história da crise do Corinthians, mostrando como podemos enxergar a crise como oportunidade.
Acreditem com moderação.
Episódio #1: A Crise Vista do Taxi
Entrevista em um taxi com um empresário especialista em análises de mercado.
Destaques para "O bar do seu zé", uma tentativa de explicar a crise de uma forma simples, mostrando como é ilusória a idéia do "mercado", e sobre a explicação do famoso comportamento de rebanho dos mercados.
Episódio #2: A Crise Dentro do Mercado
Tas explica o que é crise como mudança e entrevista um gestor de investimentos.
Para mim, essa entrevista é bem mais produtiva do que a primeira (na qual o entrevistado mais parecia um fundamentalista defensor do liberalismo). Destaques para o "a se verificar no momento da realização", para a grande pergunta do Marcelo Tas: "quem é o mercado?" e para a idéia de que os analistas "chutam" o que acham que acontece no mercado.
Episódio #3: A Crise Dentro da Cabeça
Tas entrevista um psiquiatra sobre a crise.
A mensagem principal dessa terceira parte: escapar da crise é pior do que enfrentá-la. Nós não controlamos tudo e o sofrimento é atraente para o ser humano, pois o medo de perder é maior do que a felicidade de ganhar.
Destaque para a história da crise do Corinthians, mostrando como podemos enxergar a crise como oportunidade.
Acreditem com moderação.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Batman e a Liga da Justiça
Batman, em especial, enfrenta a corrupção da sociedade de Gothan, cujas autoridades estão todas comprometidas com os crimes mais ediondos e envoltos até a alma com a corrupção. Poucos são os que Batman pode confiar. E em virtude disso, muitas histórias são inventadas. Batman é incapaz de matar, mas é acusado de inúmeros assassinatos.
Devido às condições atuais da Liga, que está se desmanchando e sendo atingida pela corrupção e pelo poder, Batman resolveu falar na internet para esclarecer para a população tudo o que está acontecendo.
Mais detalhes sobre a história do Batman.
EDITADO:
O youtube removeu o vídeo da entrevista do Batman. Mas como na internet tudo se multiplica muito rápido, ta aí o vídeo de outra fonte:
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